Thursday, July 21, 2005

Por Graça

Serenidade era coisa que faltava no pátio dos arredores de Leiria, onde perdi graça.
Não tive calma, fui desgracioso.
Toquei as mãos de uma senhora pronta a que lhe tocasse eu, não outro, as mãos.
Perdi a graça.


Desenho: Pombal, 2002
Texto: Pombal, 26 de Janeiro de 2005

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