Thursday, August 05, 2010

IDEÁRIO DE COIMBRA - podografias de retorno – 14 - fragmento 3

Não é Coimbra que Brandão descreve, mas…

Não se sabe bem onde o sonho acaba e começa a matéria, se é uma cidade desconforme, sepulta em treva e lavada em lágrimas, ou meia dúzia de casebres e uma torre banal.

 
(pág. 7)
E na página seguinte:

Pressente-se que as existências se fizeram de mil pequenos nadas acumulados.

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