Friday, July 06, 2012

Um fragmento dos primeiros minutos de sexta-feira, 25 de Junho de 2010, em (Ideário de) Coimbra


Minutos poucos depois da meia-noite, no regresso ao quarto-casa, esta evidência:

À noite, muito femininas, as árvores recolhem do chão as sombras que durante o dia estenderam aos pés umas das outras – e sobem-nas à cabeça, como mulheres antigas a cântaros, para enegrecer – ou em negro serem o que são: filhas da Luz, mães da Treva.

Mas depois passou-me – e passei.

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